quarta-feira, 30 de abril de 2014

Bai Ling : Uma Deusa Oriental no Ocidente


Bai Ling nasceu em Cheng Du, sul da China em Outubro de 1966. Ela começou sua carreira artística aos 14 anos em um teatro musical,entretendo as tropas de soldados chineses que serviam no Tibet . Ela também atuou brevemente como enfermeira do exército.
 Bai Ling mais tarde, afirmou que durante seu tempo no Tibete, ela, juntamente com outras artistas, foram regularmente embriagadas e abusadas sexualmente por oficiais chineses mais velhos. Isto incluiu um caso de estupro que levou a uma gravidez, e que ela  terminou forçadamente com um aborto. Posteriormente, Bai passou algum tempo em um hospital psiquiátrico se recuperando do vício do álcool e ao sair decidiu ser uma atriz profissional, começando no teatro.

 Seu primeiro papel no cinema só veio em 1984, com o drama "Hai Tan" (On the Beach) e depois de vários outros filmes e uma participação no Festival Internacional de Cinema de Moscou, decidiu estudar nos Estados Unidos. Bai estudou cinema na Universidade de New York e conseguiu um visto especial temporário, até se naturalizar em 1999.
Bai Ling foi Myca, a meia-irmã/amante do vilão Top Dollar no clássico "The Crow" (O Corvo, 1994) de Alex Proyas com Brandon Lee. 



No Thriller "Red Corner" (Justiça Vermelha, 1997) de Jon Avnet, Bai teve um dos papéis principais, como a linda advogada de defesa de Richard Gere, envolvido com um crime no território chinês.
Na milionária, mas fracassada mistura de western/ficção científica/humor "Wild Wild West" (As Loucas Aventuras de James West, 1999) de Barry Sonnefeld, Bai foi a sedutora e traidora Miss East. A cena em que seduz Will Smith, levando-o para uma armadilha, é junto com as cenas com a também bela Salma Hayek, algumas das poucas razões para se assistir esta deturpação da ótima série de TV dos anos 60.



Bai esteve no drama/comédia histórico "Anna e o Rei" (1999) com Jodie Foster e Chow-Yun-Fat e retornou aos filme de gênero com "The Breed" (Cidade dos Vampiros, 2001) de Michael Oblowitz, um filme de ficção científica, ação e terror. Bai Ling faz o papel de Lucy Westenra, uma vampira...citação a personagem do livro "Drácula" de Bram Stoker. 



"The Lost Empire" (Guerreiros do Império Perdido, 2001) de Peter McDonald, adapta num especial para a TV, a história clássica chinesa do "Rei Macaco" (Sun Wukong/Monkey King ), tentando transportar para os moldes ocidentais o mundo de magia e fantasia já filmado e encenado várias vezes no seu país de origem.



Bai foi Skylar, na ficção-científica de ação "Storm Watch" (Tempestade Virtual, 2002) de Terry Cunnigham, sobre terrorismo cibernético, jogos virtuais e um nerd que precisa salvar o mundo da destruição climática. Pastiche de War Games, Matrix e cia.



Em "Táxi 3" (2003), Bai faz Qiu, uma repórter chinesa que faz uma matéria sobre o esquadrão da polícia francesa envolvido com uma gang de "Papai-Noeis" criminosos e acaba distraindo o pateta inspetor encarregado. Sequencia das divertidas aventuras do veloz taxista, criadas por Luc Besson.



Na excelente antologia oriental "Sam Gaang Yi" (Three... Extremes/ Três Extremos, 2004) de Takashi Miike, Fruit Chan e Chan-Wook Park, Bai Ling se destaca no episódio "Jiao-ZI"/ "Dumplings" (de Friut Chan). Aqui ela é Mei, uma cozinheira que prepara bolinhos especiais (recheados com fetos humanos!), capazes de rejuvenescer e aumentar a libido.





 O problema é o uso incorreto de tal ingrediente. O perturbador curta foi re-editado pelo diretor em um longa (91 minutos) no mesmo ano: "Dumplings" (Escravas da Vaidade).



Bai foi a vilã assassina  e androide) "Mysterious Woman" em "Sky Captain and the World of Tomorrow" (Capitão Sky e o Mundo de Amanhã, 2004) de Kerry Conrad. Um mundo futurista e retrô é atacado por robots gigantes comandados por um gênio do mal (Lawrence Olivier) e somente o Capitão Sky (Jude Law) pode combate-los. Homenagem aos antigos seriados dos anos 40 e a literatura Pulp, com cenários e efeitos totalmente gerados em CGI, com o elenco atuando 



Ela fez uma ponta não creditada como a senadora Bana Breemu em "Star Wars: Episódio III - A Vingança dos Sith" (2005) de George Lucas. Segundo a atriz, seu papel foi muio cortado do filme porque ela apareceu em um ensaio sensual na revista Playboy americana (Junho 2005), e que usava o filme  como chamada na capa. Os produtores negam, mas resta dizer que suas fotos são muio melhores que a super-produção capenga!








Bai foi a sensual Serpentine, na comédia (sem graça...) de ficção científica "Southland Tales: O Fim do Mundo" (2006) de Richard Kelly; a anti-heroína Michelle na ficção de ação "The Gene Generation" (Hackers- Ladrões de Vida, 2007) de Pearry Teo; esteve ao lado de Jason Statham em "Adrenalina 2" (2009) e no terror-psycho-killer "Chain Letter" (A Corrente do Mal, 2009) de Deon Taylor...








Sem problemas para tirar a roupa e fazer cenas de sexo, a deusa oriental apareceu como uma guarda de prisão e diversão para o durão Vinnie Jones em "Locked Down" (A Jaula, 2010)...



...e em mais cenas "calientes" como uma vilã sensual em "Circle of Pain" ( Círculo de Dor, 2010) e "The Bad Penny" (Sem Regras, 2010).



                                         Circle of Pain


                                        The Bad Penny


Ela também apareceu em produções fantásticas vagabundas como "The Lazarus Papers" (Imortal, 2010) de Jeremiah Hundley; um thriller sobrenatural com a novata Krystal Vee, Danny Trejo e Gary Daniels...




"Crash of the Empire" (2012) de Joseph J. Lawson; uma aventura fantástica na pré-história com Hobbits, Canibais e dragões-de Komodo gigantes...produzida pela infame The Asylum!



Bai Ling continua em muitos projetos como os filmes de terror "The Gauntlet" (2013) de Matt Eskardi e "Blood Sheed" (2014) de Patrick Hasson e Juan Carlos Saizarbitoria;  filmes de ação, dramas e séries de TV...










                                                                                                               By Coffin Souza

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Sexo Oral : O Prazer na Ponta da Língua




A boca é um dos órgãos sexuais mais eróticos do corpo humano. Daí o prazer que proporciona o toque dos lábios e da língua nos genitais femininos e masculinos. Uma nas carícias mais íntimas entre os casais hetero ou homossexuais. Desde criança a pessoa se prepara, mesmo que involuntariamente para o sexo oral. Seja sugando o seio, depois a chupeta, mamadeira, o dedo, um pirulito ou picolé. 



 Um ato antigo, comum e bastante difundido, embora historicamente muito combatido! Na história da humanidade, a prática do sexo oral era associada aos desvios sexuais, tanto que na Grécia clássica era considerada apenas uma atividade meramente homossexual. No antigo Egito, o boquete era representado pelo deus Geb e pelo deus Rá que copulavam desta forma consigo mesmos.



Os antigos acreditavam que o sexo oral envolvia "venenos geradores de esterilidade" e sua prática era comparada ao homicídio e ao adultério, com severas punições. 
Mesmo assim já era uma prática comercializada e popular. As  prostitutas fenícias maquiavam seus lábios para faze-los semelhantes aos lábios vaginais e assim conquistarem seus homens, mostrando para a sociedade que praticavam sexo oral e que, portanto, eram mulheres especiais. 



A história relata que Cleópatra, a rainha do Egito, era uma deusa na atividade e que chegou a render mais de 100 soldados romanos numa só noite com sua língua. No extremo oriente a história registra o caso de uma imperatriz que exigia que seus súditos a homenageá-sem de joelhos à sua frente para lamberem e beijarem sua vagina. 



Com o advento da cultura cristã, o sexo oral passou a ser rigorosamente condenado. Como não estava ligado à reprodução, era visto como perversão e praticado apenas por prostitutas. Normal em uma cultura que condena o sexo por prazer...





Segundo a teoria psicanalítica, a erotização é o processo de associar o prazer e a satisfação sexual com as várias partes do corpo e suas funções. Isso inclui a boca (beijos e sexo oral), o ânus (sexo anal e defecação), olhos (prazer em contemplar a nudez ou atividades sexuais) e o nariz (sensações olfativas associadas ao sexo e aos cheiros do parceiro). 



FELAÇÃO: do latim "fellare", que significa chupar, mamar. O famoso boquete ou chupeta. É quando a pessoa se utiliza da boca - língua e lábios - para estimular o caralho de seu parceiro. As vezes é apenas o preâmbulo para a trepada ou uma "arma" para reativar o pau; mas é um prazer indizível poder chegar ao orgasmo e gozar na boca ou rosto da pessoa desejada após uma boa e carinhosa mamada!
A região mais sensível do pau é a cabeça (glande). Combinar o uso das mãos no pau, com a boca nesta região também trás um bom resultado. Desta forma, a(o) parceira(o) pode massagear todo o pau enquanto enlouquece a cabeça com a boca.
Explorar outras regiões também pode ser estimulante para o homem. Massagear as bolas (testículos) com as mãos enquanto estimula o pau com a boca ou até mesmo acariciá-las com a língua e lábios pode gerar muito prazer.







CUNILÍNGUA : do latim Cunnilingus, palavra que deriva de cunnus (vagina) e lingus (língua). É o ato de sexo oral realizado em uma mulher, quando o parceiro/a utiliza a língua e lábios para beijar, chupar, lamber o clitóris e outras partes da buceta. Também pode ser apenas parte das preliminares da foda ou o ato em si até o orgasmo.
A área genital feminina é extremamente sensível, por isso, a suavidade ( e não a força) gera prazer. Não concentre o toque da língua apenas no clitóris, utilizando a língua e os lábios, explore e estimule toda a buceta, de cima a baixo, de lado a lado. Combinar a boca com carícias e penetrações suaves dos dedos (tanto na buceta quanto no cuzinho) é uma boa dica...


 Muitas mulheres só chegam ao clímax via estimulação oral, as vezes resultando em mais de um orgasmo. Leis de algumas jurisdições consideram cunilíngua como "sexo com penetração" para fins de ofensas sexuais, mas nenhuma lei proíbe a prática em si, como no caso do sexo anal ou sexo "extraconjugal".




Apesar de não ser falado abertamente, até pouco tempo na sociedade ocidental, no taoísmo o Cunilíngua recebe um lugar de honra. Isto por que o objetivo do taoísmo é se conseguir a longevidade ou a imortalidade. Eles acreditam que devido a perda de sêmen, secreção vaginal ou qualquer outros líquidos corporais, há a correspondente perda de vitalidade. Por outro lado, através da retenção da porra ou da ingestão das secreções da buceta, um homem ou mulher pode conservar e aumentar seu Ch'i, ou seja sua respiração vital original.




ANILÍNGUA:  do latim anilingus. Ou seja a atividade oral no cu, como preparação para o sexo anal (com o relaxamento do esfícter, abertura e lubrificação do ânus) ou pelo simples prazer que as inúmeras terminações nervosas presentes neste local particularmente sensível proporciona. Pode ser realizado por/ou em pessoas de qualquer orientação sexual para o prazer pessoal ou forma de humilhação erótica. Popularmente chamado de "beijo grego".








69 : É uma posição sexual em que duas pessoas, hetero, homo ou bissexuais, se posicionam de modo que a boca de cada uma delas fiquem nas genitais do parceiro, para assim poderem fazer sexo oral simultaneamente. Nesta posição, os parceiros podem ainda inserir comodamente dedos ou objetos dentro da pepeca  e/ou do cuzinho do(a) parceiro(a) para mais prazer ainda...







BUKAKE: era uma punição empregada as mulheres adúlteras no Japão feudal e que consistia em vários homens humilhando uma mulher com jatos simultâneos de porra na cara enquanto ela estava de joelhos praticando sexo oral neles. Hoje em dia é um fetiche muito presente em filmes pornôs e é associado com práticas SM (já que envolve a relação dominador/dominado) e exibicionistas...






Então pessoal, bocas e línguas em ação... bucetas, caralhos e cus acariciados com tesão!
E boas Trapadas!!!!!











Texto original de "Objetos do Desejo" de Osvaldo Martins Rodrigues Júnior, resumido e adaptado por Coffin Souza & Gisele Ferran
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